quinta-feira, 29 de julho de 2010

Briga por audiência na televisão não é uma notícia da modernidade

Não é de hoje que a guerra pela audiência entre as emissoras de televisão gera notícias e reportagens em outros veículos de comunicação. Desde que a TV no Brasil deixou de ser uma paixão e se transformou em negócio rentável, todas as estratégias foram utilizadas para atrair a atenção do telespectador e garantir elevados números. Em março de 1976, a revista “Veja” destacava o ataque da extinta TV Tupi à Rede Globo. Naquela época, a empresa de Chateaubrind conseguiu melhorar sua audiência no domingo à noite com o humorístico “Os Trapalhões”, recém contratados da TV Record. A reportagem da revista também mostrou a troca de passes de artistas e escritores, algo que acontece atualmente entre Globo e Record. Há 34 anos, os principais atores (ou pelo menos os mais populares) trabalhavam em folhetins de grande sucesso da Tupi e, aos poucos, foram seduzidos pela empresa carioca. Quando o império de Assis Chateaubrind quebrou, muitos arrumaram as malas e trocaram de cidade. O fato é que o tempo passa, mudam os diretores, trocam-se os programas, o cenário empresarial é outro e as estratégias são muito parecidas. Se em 1976, a Tupi atacava o “Fantástico” com “Os Trapalhões”, hoje a Record usa o ‘Domingo Espetacular” como sua arma e a Rede TV! ajuda neste processo com o “Pânico na TV”. Daqui a 34 anos, a “Veja” destacará em suas páginas (de papel ou virtual) que a guerra pela audiência na TV ainda é um assunto popular e que merece uma boa reportagem.

1976 • Esporte Fantástico • GLOBO • Guerra pela Audiência • Os trapalhões • Record • Tupi

Conexão Repórter mostra a violência dos rachas nas avenidas das grandes cidades

No Conexão Repórter desta quinta, 29 de julho: o atropelamento do músico Rafael Mascarenhas reacendeu a polêmica sobre os rachas. O jovem músico, filho da atriz Cissa Guimarães, morreu depois de ter sido atingido por um carro em alta velocidade que, segundo testemunhas, participava de uma corrida clandestina.

O Conexão Repórter mostra os jovens que desafiam as leis pelo prazer da velocidade. E ainda, como eles exibem seus carros pelas ruas das grandes cidades. O drama de quem perdeu os parentes nesse show de imprudência. A história de uma mãe que sabe que o filho participa dos rachas, mas não consegue impedí-lo. E um flagrante: uma garota fica tetraplégica depois de sofrer um acidente durante um desses pegas.
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Em agosto, Jô Soares gravará um especial dedicado aos seus 21 anos de carreira como entrevistador. Em pauta, algumas entrevistas históricas e convidados pra lá de especiais devem pintar na gravação.
Comenta-se nos bastidores que, na platéia, apenas famosos sejam convidados. Aliás, ideia dada pelo próprio diretor da atração.
Como todos sabem, Jô passou boa parte de sua carreira fazendo seu programa de entrevistas no SBT – onde entrevistou grandes celebridades brasileiras e internacionais. Sendo assim, algumas imagens do antigo “Jô Soares Onze e Meia” serão usadas na tela da Globo.
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Imagine poder embarcar numa viagem por lugares lindos, paradisíacos, verdadeiros cartões-postais do Brasil e ainda ter a chance de faturar UM MILHÃO DE REAIS. Serão três meses na estrada, passando por 11 estados e 16 cidades brasileiras percorrendo 5 mil quilômetros num ônibus equipado com o que há de mais moderno. “Investimos num projeto ousado, principalmente por ser itinerante. A produção de um programa como esse é complexa, mas apostamos muito no resultado”, afirma Hélio Vargas, diretor de programação da emissora.
Foram 45 dias para deixar o Busão do Brasil pronto para cair na estrada. Cerca de 50 profissionais trabalharam na construção do mais moderno motor home do país e transformaram o ônibus double deck numa casa sobre rodas. O ônibus também é um verdadeiro estúdio itinerante com 16 câmeras de alta definição que vão registrar todos os momentos da aventura.
Não será uma excursão de turismo, o Busão do Brasil vai testar todos os limites daqueles que tiverem coragem de subir a bordo. Trinta mil pessoas se inscreveram, mas apenas doze pessoas vão embarcar. Elas precisarão de muito autocontrole para não surtar, afinal de contas, serão 12 semanas numa convivência muito próxima…

quarta-feira, 28 de julho de 2010